São coisas diferentes. Nos dias 15 e 16 de setembro, o Prof. Edson Gouveia abre o método que a Alto Desempenho usa há nove anos para preparar candidatos ao Tribunal. Duas noites. Sem custo.

Você está entre os primeiros a treinar com a mesma metodologia que já aprovou centenas de candidatos em outros tribunais. Nós fomos aprovados nos Tribunais mais difíceis e vamos levar você ao mesmo resultado como temos feito com milhares há mais de 9 anos.
É aí que a maior parte das preparações se perde. Não por falta de esforço, mas porque o candidato assume, sozinho, quatro funções incompatíveis entre si: aluno, professor, planejador e estrategista de banca.
Toda segunda-feira ele reinventa o método. Quanto estudar por dia. Por onde começar. O que priorizar. Quando revisar. Quantas questões fazer. O que fazer quando atrasar. E, no domingo, descobre que gastou mais energia decidindo do que executando.
Um cronograma resolve parte disso. Uma parte pequena. Na nossa leitura, algo em torno de 20%.
Os outros 80% estão no que vem depois: saber o que priorizar, o que revisar, quantas questões fazer, quando avançar, quando voltar, e principalmente identificar por que você não está evoluindo e corrigir a rota antes que o tempo acabe.
Isso não se aprende por ter passado num concurso. É o somatório de duas décadas em sala de aula e duas décadas dentro do Tribunal.
As duas aulas são ao vivo, com o Prof. Edson respondendo perguntas. A gravação fica disponível por tempo limitado apenas para quem estiver no grupo
O que uma banca cobra de verdade quando o edital é extenso e o tempo é curto. Onde o candidato costuma errar. E por que estudar tudo, na ordem do edital, é a forma mais lenta de chegar à aprovação.
Metas diárias, material próprio, questões selecionadas por paradigma de banca, revisões programadas e simulado inédito e cumulativo todo fim de semana. Como as peças se encaixam, e o que muda quando alguém acompanha a execução em vez de entregar uma planilha.
A Lei Orçamentária Anual de 2026 autorizou o provimento de 426 cargos já existentes no Tribunal. O concurso em vigor tem validade até novembro de 2026. Enquanto isso, aprovados do último certame continuam migrando para CNJ, TSE, TRFs e STJ, e cada saída aprofunda um desequilíbrio que só se resolve de uma forma. Ninguém pode garantir data de edital. Mas quem espera a publicação para começar já entrou atrasado: entre a saída do edital e a prova cabem poucos meses, e a lei seca do Tribunal não se aprende em poucos meses.

Há mais de vinte anos esse Tribunal faz parte da minha vida. E há mais de vinte anos ensinar também.
Quando você passa tanto tempo dentro do órgão e, ao mesmo tempo, preparando candidatos, aprende a enxergar a prova de um jeito que quem só estudou o edital não enxerga. Não basta conhecer Direito. É preciso entender o que merece atenção, onde o aluno erra e como transformar um edital enorme em uma preparação executável.
Escrevi o livro sobre Legislação Aplicada ao TJDFT. Fundei a Alto Desempenho há nove anos. E, diferente do que se convencionou chamar de consultoria neste mercado, eu acompanho pessoalmente os nossos alunos: quando a execução trava, eles agendam uma reunião individual comigo e nós ajustamos a estratégia.
Nos dias 15 e 16 de setembro, quero mostrar esse trabalho a você.












15 e 16 de setembro, às 20h20. Gratuito, ao vivo, com o professor que vive esse Tribunal há duas décadas. Se o TJDFT é o seu objetivo, eu quero te encontrar lá.